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Relatório da CPI do Crime faz enfrentamento político ao STF e recebe críticas no tribunal

A CPI do Crime Organizado fugiu do seu objeto para, em seu relatório final, fazer um enfrentamento político com o STF. Relator da comissão, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) decidiu pedir o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. O objeto da comissão era investigar o crime organizado, mas o relator decidiu incluir as quatro autoridades por considerar que elas dificultaram os trabalhos da comissão e de investigações. Os pontos levantados pelo senador em relação aos três ministros e ao procurador são pertinentes, precisam ser esclarecidos em alguns casos e até investigados, mas não teria base para justificar um pedido de indiciamento por uma CPI que investigava o crime organizado. CPI vota hoje pedido de indiciamento de PGR e 3 ministros do STF Os críticos dizem que ele foi além de suas prerrogativas ao incluir essas autoridades no texto final, que também trata de Daniel Vorcaro e, claro, de como as organizações criminosas estão infiltradas nas instituições brasileiras. Agora, a batalha se dará na votação do relatório nesta terça-feira (14), último dia de trabalho da CPI do Crime Organizado. Os governistas devem ser orientados a votar contra o relatório, mas aí estarão também votando contra os pontos do documento que tratam do caso Master e da ação de organizações criminosas no país. No STF, ministros criticam o relatório, dizendo que ele foi totalmente além do seu objeto e virou uma arma para tentar atingir o Supremo Tribunal Federal. Aliados de Alessandro Vieira rebatem esses argumentos. Afirmam que o senador não está atacando o Supremo, mas os três ministros que, segundo o relator, dificultaram ou até impediram algumas investigações da comissão. O relatório acaba refletindo o clima de tensão entre Legislativo e Supremo, e dentro do próprio tribunal. 1 de 1 O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado — Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado No STF, uma ala defende a aprovação de medidas para reduzir e enquadrar os trabalhos de uma CPI, impondo punições a quem pulgue dados sigilosos.
14/04/2026 (00:00)
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